outubro, 2007


29
out 07

A barra do TinyMCE do WordPress sumiu?

Após a atualização do WordPress para as suas versões mais novas (leia-se 2.3+), muita gente vem sofrendo alguns problemas ao escrever novos artigos e/ou páginas no editor de texto padrão do WordPress.

Isso acontece devido a um erro na compressão gzip do TinyMCE, ou seja, no editor utilizado pelo WordPress para tornar as coisas mais fáceis, no estilo WYSIWYG. Fica praticamente impossível escrever um novo post, simplesmente porque a barra do TinyMCE some de uma hora pra outra, ou às vezes nem aparece.

Felizmente, há uma solução bem fácil para este problema, e que envolve uma mudança em apenas 1 linha do tiny_mce_gzip.php.

Vamos ao tuto:

  • Com o cliente FTP de sua preferência, faça download do arquivo que se encontra na pasta /wp-includes/js/tinymce/ da sua instalação WordPress: o arquivo é o tiny_mce_gzip.php. Nota: você não precisa fazer isso caso tenha uma forma de editar o arquivo remotamente, sem a necessidade de download.
  • Com o arquivo aberto (no bloco de notas ou no seu editor preferencial), encontre a seguinte condicional (deve estar lá pela linha 87):

if ((in_array(‘gzip’, $encodings) || in_array(‘x-gzip’, $encodings) || isset($_SERVER['---------------'])) && function_exists(‘ob_gzhandler’) && !ini_get(‘zlib.output_compression’) && ini_get(‘output_handler’) != ‘ob_gzhandler’) {
$enc = in_array(‘x-gzip’, $encodings) ? “x-gzip” : “gzip”;
$supportsGzip = true;

Tudo (ou melhor, quase nada) que você tem a fazer é mudar de true para false na parte destacada, fazer upload e sobrescrever o arquivo.

O código ficará assim:

if ((in_array(‘gzip’, $encodings) || in_array(‘x-gzip’, $encodings) || isset($_SERVER['---------------'])) && function_exists(‘ob_gzhandler’) && !ini_get(‘zlib.output_compression’) && ini_get(‘output_handler’) != ‘ob_gzhandler’) {
$enc = in_array(‘x-gzip’, $encodings) ? “x-gzip” : “gzip”;
$supportsGzip = false;

Pronto. Só isso.  Não é Oi, mas é simples assim. :)

Em tempo: ao pessoal que acessa sempre o Pimenta via feeds ou diretamente, fiquem atentos, pois esta semana será especialmente para tratar de dicas para o Ubuntu, com foco na sua versão mais nova, a “Gutsy Gibbon” 7.10. Se você utiliza o sitema, fique ligado! Se não… Eu tenho certeza quase que absoluta que você vai ficar deslumbrado com o mesmo, e vai começar a olhar o teu Windows de cara feia.

Aguardem e confiem. ;)


25
out 07

SEO Inteligente: Subtítulos no WordPress

Se você visita este blog mais que o lê através dos feeds (ou sempre faz uma visitinha para comentar no mesmo, obrigado :) ), com certeza já percebeu que, logo após o título do post, há um subtítulo descritivo da notícia.

Os subtítulos melhoram a experiência do usuário como um todo. Desta forma, ao iniciar a leitura do artigo, enquanto o título chama a atenção, o subtítulo informa e esclarece. Torna-se um grande atrativo, seja para o usuário trivial, seja para o que paraquedista que vem em busca de informação, seja para o assinante que visita o blog/site para navegar um pouco, e encontrar informações preciosas.

Minhas meditações sobre o WordPress junto aos monges esquizofrênicos do Tibet não foram a toa, de fato. Voltei renovado e triunfante, e esse insight surgiu num destes momentos em que não tinha nada melhor (ou pior) pra fazer: os subtítulos, quando colocados de forma inteligente, fazem a diferença sim. Vamos aos fatos:

Em primeiro lugar, em relação à estética. Melhoram bastante (e se melhoram!) a leitura do artigo, o deixando mais rico, mais exclusivo, além dos motivos já mencionados.

Em segundo (e principal): É uma ótima estratégia de SEO.

Você já deve saber que o bot do Google não consegue definir o que é relevante do que não é pelas simples leitura do texto, não é mesmo? E é para isso que servem as tags H. Portanto, ao colocar o título do seu post dentro das tags H1, por exemplo, você está indicando para o bot: “Olha isso! Isso é muito relevante para o texto”; se for dentro da H2, você já diminui um pouco a relevância, e por aí vai. Por isso, é importante ter um título bem sugestionável, e se a sua intenção é conseguir visitas através de buscadores, coloque-se no lugar do paraquedista, imaginando o que ele vai digitar para buscar a informação.

Não entendo porque tanta gente coloca o título do seu blog/site dentro das tags H1, e deixa os títulos dos posts dentro da H2 ou inferiores.

Como se alguém fosse chegar a este blog buscando encontrar Pimenta com Dendê. Fala sério, não sou macumbeiro. :D

Já deu pra entender como as tags do título são importantes, não? E se, ao colocar em H1 o título do artigo, você colocasse as informações do mesmo dentro das tags H2?

É aí que entram os subtítulos!

E se ainda, de quebra, você transformasse esse mesmo subtítulo que já está relevante em H2, na descrição da página, para que o usuário que venha através dos sistemas de busca o leia e se interesse espontaneamente pelo artigo, lá mesmo, do Google e afins? É aí que criatividade e o jogo de cintura muito fazem a diferença, e tudo fica blue (ou red, whatever).

Agora que você já entendeu o espírito da coisa, eu vou te ensinar como fazer isto, sem (quase) nenhuma complicação, sem plugins, e muito menos sem correr o risco de explosões. Caneta e papel na mão? Vamos lá:

O WordPress tem um recurso muito poderoso, que multiplica indefinidamente o seu potencial, mas que é esquecido por muitos (ou quase todos): são os campos personalizados, ou em bom inglês, os custom fields.

Não me adentrarei muito sobre o que é possível fazer com eles; o que posso adiantar é que é muita coisa mesmo.

O que você tem de fazer é criar um custom field exclusivo para o seu subtítulo, para que você possa adicioná-lo através da página de postagem, sem complicações. Para colocar o subtítulo logo abaixo do título, será preciso adicionar algumas tags em php, mas que não é nada que um copiar-colar não resolva.

Vejamos o primeiro código:

<?php if(get_post_meta($post->ID, “subtitulo”, $single = true)) : ?>
<h2 class=”subtitulo”><?php echo get_post_meta($post->ID, “subtitulo”, $single = true); ?></h2>
<?php endif; ?>

Este código irá chamar o conteúdo do seu campo personalizado, que terá o nome de “subtitulo”, e irá imprimí-lo na tela, no local em que você colocar o código acima. Mas antes de colocá-lo no seu tema, será preciso que você crie, ao escrever um novo artigo, uma nova tecla (ou key), de nome subtitulo.

Fazer isto é muito simples: na página para escrever um novo artigo do WordPress, localize na parte de baixo uma barra azul de nome “Campos Personalizados“, para a tradução em português, ou “Custom Fields“, para a versão americana. Caso o seu conteúdo ainda não esteja visível, expanda-a, clicando no “+” no canto direito da barra.

Lá, você verá uma imagem mais ou menos como esta:

Captura Subtítulo 1

Tudo que você tem a fazer é digitar “subtitulo” no campo Key (ou Tecla), e em Value digitar o que você quer que apareça no seu subtítulo – para o artigo que você estiver escrevendo, lógico.

Lembrando que isso só precisa ser feito no primeiro artigo a ser publicado com subtítulo. Nos próximos, bastará selecionar a chave que já estará salva e no menu drop-down (sem a necessidade de digitar o “subtitulo” no campo Key), e ir direto para o Value, digitando o seu subtítulo propriamente dito.

Pronto. Simples assim.

Lembra do código que eu coloquei mais acima? É só copiar o mesmo e colar na linha logo abaixo da tag <?php the_title(); ?> dos arquivos do seu template, por exemplo: se quer que os subtítulos apareçam na home e nos artigos individuais, você terá que colocar o código no seu arquivo index.php (ou home.php, a depender do tema) e single.php, respectivamente. Recomendo dar uma lida no Codex do WordPress no que se refere à estrutura dos temas, para ter um controle maior dos templates utilizados.

O que o código acima faz? Em primeiro lugar, ele verifica se, para o post em questão, existe um campo “subtitulo” com algum valor. Em caso positivo, ele imprime na tela, dentro das tags H2, o conteúdo deste campo (sim, aquilo que você digitou em Value), sem esquecer da sua classe, a .subtitulo (para fins de customização CSS; pode ser modificado para uma de sua preferência).

Pronto! Agora você já tem os subtítulos funcionando a todo o vapor no teu blog! E não doeu nada. :)

Pera, Hilder… Mas, e para transformar os subtítulos na descrição da página?

Tem razão. Havia me esquecido deste pequeno-grande detalhe.

É importante que você não esteja usando nenhum plugin gerador de descrições para a página como Head Meta, por exemplo, para que esta última etapa funcione corretamente.

Se o seu blog já contém a meta tag “description”, substitua-a pelo código a seguir; caso contrário, se não existir, coloque-o entre as tags <head> e </head> do seu arquivo header.php:

<meta name=”description” content=”<?php $descricao= ‘Coloque aqui uma descrição complementar para o seu blog‘; if(is_home()) { bloginfo(‘description’); echo “. ” . $descricao; } elseif(get_post_meta($post->ID, “subtitulo”, $single = true)) { echo get_post_meta($post->ID, “subtitulo”, $single = true); } else { bloginfo(‘description’); echo “. ” . $descricao;} ?>” />

O que este código faz? Basicamente, verifica se existe alguma informação no campo “subtitulo“, e, em caso positivo, a coloca como descrição do post; caso não exista, ou a página mostrada seja a home, uma descrição padrão é colocada, sob a forma de descrição principal do blog + descrição complementar (que você altera no código).

Simples, mas muito poderoso.

Ou você ainda duvida que o casamento de título h1 + subtítulo h2 que ainda vira descrição da página vai fazer o bot do Google resistir à tentação de dar uma maior relevância ao seu artigo? Eu não duvido! :D


17
out 07

Problemas no Internet Explorer

O Fernando relatou alguns problemas ocorridos com o Pimenta ao ser visualizado no Internet Explorer: artigos que sumiam, textos que truncavam e muito mais. Tudo isso porque utilizo tanto o Firefox, que acabei me esquecendo de testar a Home totalmente no IE.

Foi necessário fazer alguns hacks bastante toscos, mas que deram resultado. Obrigado, Fernando, pelo aviso.

E eu, começo a pensar cada vez mais que o Internet Explorer foi criado para dar problema.

Quem quiser, que diga o contrário.


16
out 07

O Livro das Revelações

Há algum tempo, fui convidado pelo Paulo Lima, do Mundo das Tribos e pelo meritíssimo Jorge, em seu Athena de Vento, para participar de uma tag onde devo abrir um livro na página 61 (nada de adicionar mais 8, engraçadinhos) e citar um trecho do mesmo.

Antes, quero dizer que estou um pouco desatualizado quanto à leitura didática. Nunca mais comprei, ao menos li um livro. Shame on me.

Sendo assim, escolhi um livro que está me chamando bastante a atenção ultimamente, apesar de eu lê-lo vez em quando: o escolhido foi Os Magos, de J. W. Rochester.

Os Magos é um livro bastante interessante: conta a história de um jovem que está tentando tornar-se mago, e todas as suas descobertas, exteriores e interiores, deste novo mundo que fascina tanta gente, há gerações sem fim. E sim, faz parte do acervo espírita. :)

Vamos à página 61:

O olhar de Supramati, involutariamente aterrorizado, deteve-se na poltrona. No rosto do jovem congelou-se a imobilidade da morte.

Só então o estado dele chamou a atenção de outros, pois alguns dos presentes se inclinaram sobre o cadáver tentando reanimá-lo, enquanto outros, com rostos pálidos e aflitos, comprimiram-se em volta.

- Por que é que ele não quis salvar o infeliz? Você me disse que o senhor das larvas livra da morte inúmeras vítimas – indagou Supramati.

- Inúmeras, mas não todos. No caso, as condições eram por demais precárias. Exaurido pelos abusos, o organismo era uma presa fácil para a diabólica sacerdotisa dos vícios, atraída para cá por desejos impuros e emanações de orgia. Enfraquecida pela beberagem, a alma da vítima não teve forças para se defender contra o insaciável vampiro, sedento de fluidos carnais e… assim essa pessoa pagou com a vida pela sua loucura. O salvador apareceu muito tarde; ele não conseguiu segurar a vida que se esgotava feito um rio, do interior do organismo exaurido pela devassidão. E quantas mortes semelhantes são registradas nos anais do Universo! – concluiu suspirando Dakhir.

Pois é. Não vá esperando nada parecido com Paulo Coelho, porque não é. :)

Como já é de lei, convido para dar prosseguimento: Gabriel Galvão, Jânio Sarmento, Tiago Celestino, Celso Junior e Rafael Arcanjo. Lembrando que, como já está de última hora, os convidados podem ficar à vontade para participar ou não da tag. Eu chutei pra tudo quanto é canto. :)

Ficou curioso para ler o restante do livro, não foi? Então, olha quanto é que custa “Os Magos” no JáCotei, e mata a tua curiosidade… Antes que ela te mate! Muwahahahaha!!! :twisted:


12
out 07

Winamp 5.5 Final – Edição de Aniversário

É fato: o Winamp é para a música o que o WordPress é para blogs. 90% das pessoas que têm computador (as que eu conheço, pelo menos) utilizam o player da Nullsoft como o padrão para ouvir músicas, quiçá assistir vídeos.

Todo este sucesso se deve ao tamanho do arquivo, à facilidade de manuseio, e claro, aos inúmeros plugins e skins que deixam o player exatamente do jeito que você quer, e com tudo o que você precisa.

O tempo passou, e o nosso queridinho chegou ao 10° aniversário! Mas, ao contrário da gente, o Winamp não fica velho: ele ganhou uma versão novíssima, e com o visual melhor que qualquer outra já lançada!

Conheça o Winamp 5.5!

Winamp

Esta versão vem com suporte a iPods e MP3 Players, além de ser possível dar uma “nota” para a música em execução. É possível também baixar a capa do álbum em questão, além de contar com novas visualizações e novos plugins, como o de Surround.

Ao instalar o player, é possível optar pela instalação de uma toolbar no Internet Explorer, que torna a tarefa de baixar plugins, skins e coisas do tipo muito mais fácil. É uma pena eles não disponibilizarem algo parecido para o Firefox. :(

Também é possível optar pela instalação do Winamp Remote, um addon que possibilita a execução de músicas e vídeos do seu PC ou Notebook via streaming, para um celular, Wii, Playstation 3, coisa que o Shoutcast já faz, mas com a diferença da segurança: são criados um nome de usuário e senha, e o compartilhamento ou não dos arquivos é você quem decide.

Concluindo: é uma versão imperdível, tanto para quem ainda não conhece o player, como para quem já é veterano, como eu! :)

Pena que de vez em quando, ele dá uns erros chatos aqui no XP… Mas nada preocupante. Deve ser pela quantidade de plugins que utilizo para fazer as minhas caixinhas 5.1 funcionarem.

Mas isso é um assunto para um outro post. ;)