Dicas


13
nov 07

Efeitos 3D nas janelas do Ubuntu

Sim, foram dias e dias de ostracismo, e mais de uma semana sem botar as caras por aqui. Estive estou envolvido em uns projetos pessoais que estão tomando o meu precioso tempo, além de passar por alguns contratempos, que me impediram de postar algo novo nestes últimos dias. Não se preocupem, não fui raptado por E.T’s (pelo menos, não ainda), muito menos estou sob o efeito de estresse altíssimo. :)

Olhando o lado bom da coisa, pelo menos agora ninguém vai poder dar a desculpa de que não deu tempo de baixar a nova versão do Ubuntu. Eu dei todo o tempo necessário. (hehehehe)

Enfim… Vamos ao que interessa.

Hoje, inicia-se a série de Dicas para o Ubuntu, conforme havia prometido no último post. E eu começo falando um pouco sobre os efeitos 3D nativos da versão Gutsy.

Muita gente já viu famoso efeito do cubo 3D rotativo por aí, além das janelas que pegam fogo e que parecem feitas de borracha. Isso é possível com o Compiz-Fusion, o gerenciador de janelas e efeitos de área de trabalho padrão no Ubuntu 7.10.

A nova versão do Ubuntu já vem com alguns efeitos 3D por default. Porém, se você deseja utilizar todo os efeitos disponíveis, você precisa instalar o gerenciador de efeitos do Compiz-Fusion.

Para fazer isso, vá até o Terminal (em Aplicações > Acessórios > Terminal) e digite o seguintes comandos, dando Enter após cada linha (quando pedir o password, ou senha, digite a sua senha de usuário):

sudo apt-get update
sudo apt-get install compizconfig-settings-manager

Pronto. Só isso. Em Sistema > Preferências, surgirá uma nova opção para você controlar os efeitos da área de trabalho.

Uma vez lá, será possível controlar como cada janela ou item da área de trabalho se comportará, ao fechar o ser maximizada, por exemplo. Para obter os atalhos para as funções, vá até a última guia de cada efeito, que certamente você os encontrará por lá.

Com isso, você verá as janelas que pegam fogo ao minimizar, derretem ao fechar e se acoplam, além de efeitos de dar inveja em qualquer Aero do Windows Vista.

Mas… Existe uma função que não vem por padrão, e que dá um efeito super legal ao cubo: as janelas em 3D.

Esta função dá a impressão de “profundidade” nas janelas do cubo. Habilitá-las nas versões anteriores do Ubuntu era muito fácil: bastava instalar o pacote de plugins não oficiais do Compiz. Infelizmente, a versão do Compiz-Fusion que vem no Ubuntu Gutsy não permite este tipo de efeito, nem permite ou a instalação de plugins não oficiais… a não ser com que se use pequeno “macete”, que apresentarei a seguir, após muito fuçar por aí afora.

Janelas 3D Ubuntu com o Compiz-Fusion
Isto são as janelas em 3D. Clique para ampliar.

Para instalar as janelas em 3D, copie e cole todo o código a seguir, no Terminal:

sudo apt-get install compiz-bcop compiz-dev && sudo apt-get install build-essential libxcomposite-dev libpng12-dev libsm-dev libxrandr-dev libxdamage-dev libxinerama-dev libstartup-notification0-dev libgconf2-dev libgl1-mesa-dev libglu1-mesa-dev libmetacity-dev librsvg2-dev libdbus-1-dev libdbus-glib-1-dev libgnome-desktop-dev libgnome-window-settings-dev gitweb curl autoconf automake automake1.9 libtool intltool libxslt1-dev xsltproc && wget -O '3d.tar.gz' 'http://gitweb.opencompositing.org/?p=fusion/plugins/3d;a=snapshot;h=db3c51d6c5c0df268fc1ec29a4264ef3d21dbbb3' && tar -xvvzf '3d.tar.gz' && cd '3d' && make && sudo make install

Simples assim. No gerenciador do Compiz-Fusion, surgirá uma nova opção, de nome “3D Windows”.

E se você ainda tiver com dúvidas sobre o colírio visual que o Ubuntu pode oferecer pra você, vai um videozinho que eu preparei com alguns efeitos legais. Só para constar, o vídeo está na íntegra, e não sofreu qualquer tipo de edição. Tudo o que você verá (e ouvirá) foi gravado em tempo real.

Boa Diversão!!! :D


1
nov 07

Dicas para Ubuntu

Ubuntu

De todos os sistemas operacionais que existem hoje, o Ubuntu é o que vem ganhando mais e mais adeptos, a cada dia que se passa.

Para quem ainda não conhece, o Ubuntu é um sistema operacional baseado no Linux Debian, que tem como principal missão difundir o software livre e o código aberto, tornando-os disponíveis para todos, sem custo algum.

O Ubuntu tem o suporte dos próprios usuários, que ajudam a difundir o SO, a fixar possíveis bugs nos programas e a melhorar cada vez mais a experiência da comunidade Ubuntu.

“Ubuntu” é uma palavra africana que significa “Humanidade para Todos”. Ele é (e sempre será) gratuito.

Exatamente no dia 18 de outubro de 2007, a nova versão, conhecida como Gutsy Gibbon, foi lançada. As versões do Ubuntu têm uma particularidade: são lançadas, no máximo, de 6 em 6 meses, e vêm com suporte gratuito de pelo menos 18 meses. O número da versão também diz tudo: o primeiro número refere-se ao ano, e o segundo ao mês de lançamento da versão. Como a última foi lançada em Out/2007, ou 10/2007 como queira, sua versão passou a ser a 7.10 (7 – ano 2007; 10, mês 10, Outubro).

Mas por que o Ubuntu é tão bom?

Porque é rápido, tem suporte da comunidade, e é totalmente gratuito. Você nunca pagará para utilizar nenhum programa nativo (exceto se você desejar obter um programa comercial por sua conta e risco), ele já vem com navegador de internet, leitor de e-mails, um pacote de aplicativos para escritório, um editor de imagens profissional, players, jogos, e agora, efeitos 3D.

Ao contrário de muitas distros, o Ubuntu permite a instalação de programas com apenas 1 clique, em contrapartida com o Windows, onde você precisa baixar, abrir o programa, seguir as etapas e, na grande maioria das vezes, pagar por ele.

Infelizmente, vários motivos capitalistas não deixam o Linux reinar no mundo dos SO’s: por questões de lógica, quase nenhuma empresa de porte deseja investir em um programa gratuito, para um sistema gratuito.

Felizmente, existem várias alternativas boas para os programas mais utilizados no Windows. E é disso, e de muito mais, que eu tratarei durante estes dias: dicas especiais para você que utiliza o Ubuntu (focando-se na versão mais nova, a 7.10), e também para você que deseja conhecer um pouco mais deste sistema, mas ainda não teve coragem de largar o seu Windows.

Espero que eu consiga te convencer.

Aos assinantes dos feeds que quiserem acompanhar, sugiro colocar este artigo em destaque (com estrela no GReader, por exemplo), pois ele será atualizado periodicamente com os links para as dicas que eu for postando, tornando-se um repositório útil e de acesso rápido, sem a necessidade de buscar pelas dicas nos seus feeds.

Aos que acessam o Pimenta com Dendê diretamente, sugiro colocar este artigo nos favoritos, pelas mesmas questões citadas acima.

Por enquanto… Vá se desligando um pouco do seu Windows, e abra-se (ôpa!) para o futuro. Baixe a nova versão aqui.

Behold the Future: Ubuntu!

Dicas:


29
out 07

A barra do TinyMCE do WordPress sumiu?

Após a atualização do WordPress para as suas versões mais novas (leia-se 2.3+), muita gente vem sofrendo alguns problemas ao escrever novos artigos e/ou páginas no editor de texto padrão do WordPress.

Isso acontece devido a um erro na compressão gzip do TinyMCE, ou seja, no editor utilizado pelo WordPress para tornar as coisas mais fáceis, no estilo WYSIWYG. Fica praticamente impossível escrever um novo post, simplesmente porque a barra do TinyMCE some de uma hora pra outra, ou às vezes nem aparece.

Felizmente, há uma solução bem fácil para este problema, e que envolve uma mudança em apenas 1 linha do tiny_mce_gzip.php.

Vamos ao tuto:

  • Com o cliente FTP de sua preferência, faça download do arquivo que se encontra na pasta /wp-includes/js/tinymce/ da sua instalação WordPress: o arquivo é o tiny_mce_gzip.php. Nota: você não precisa fazer isso caso tenha uma forma de editar o arquivo remotamente, sem a necessidade de download.
  • Com o arquivo aberto (no bloco de notas ou no seu editor preferencial), encontre a seguinte condicional (deve estar lá pela linha 87):

if ((in_array(‘gzip’, $encodings) || in_array(‘x-gzip’, $encodings) || isset($_SERVER['---------------'])) && function_exists(‘ob_gzhandler’) && !ini_get(‘zlib.output_compression’) && ini_get(‘output_handler’) != ‘ob_gzhandler’) {
$enc = in_array(‘x-gzip’, $encodings) ? “x-gzip” : “gzip”;
$supportsGzip = true;

Tudo (ou melhor, quase nada) que você tem a fazer é mudar de true para false na parte destacada, fazer upload e sobrescrever o arquivo.

O código ficará assim:

if ((in_array(‘gzip’, $encodings) || in_array(‘x-gzip’, $encodings) || isset($_SERVER['---------------'])) && function_exists(‘ob_gzhandler’) && !ini_get(‘zlib.output_compression’) && ini_get(‘output_handler’) != ‘ob_gzhandler’) {
$enc = in_array(‘x-gzip’, $encodings) ? “x-gzip” : “gzip”;
$supportsGzip = false;

Pronto. Só isso.  Não é Oi, mas é simples assim. :)

Em tempo: ao pessoal que acessa sempre o Pimenta via feeds ou diretamente, fiquem atentos, pois esta semana será especialmente para tratar de dicas para o Ubuntu, com foco na sua versão mais nova, a “Gutsy Gibbon” 7.10. Se você utiliza o sitema, fique ligado! Se não… Eu tenho certeza quase que absoluta que você vai ficar deslumbrado com o mesmo, e vai começar a olhar o teu Windows de cara feia.

Aguardem e confiem. ;)


25
out 07

SEO Inteligente: Subtítulos no WordPress

Se você visita este blog mais que o lê através dos feeds (ou sempre faz uma visitinha para comentar no mesmo, obrigado :) ), com certeza já percebeu que, logo após o título do post, há um subtítulo descritivo da notícia.

Os subtítulos melhoram a experiência do usuário como um todo. Desta forma, ao iniciar a leitura do artigo, enquanto o título chama a atenção, o subtítulo informa e esclarece. Torna-se um grande atrativo, seja para o usuário trivial, seja para o que paraquedista que vem em busca de informação, seja para o assinante que visita o blog/site para navegar um pouco, e encontrar informações preciosas.

Minhas meditações sobre o WordPress junto aos monges esquizofrênicos do Tibet não foram a toa, de fato. Voltei renovado e triunfante, e esse insight surgiu num destes momentos em que não tinha nada melhor (ou pior) pra fazer: os subtítulos, quando colocados de forma inteligente, fazem a diferença sim. Vamos aos fatos:

Em primeiro lugar, em relação à estética. Melhoram bastante (e se melhoram!) a leitura do artigo, o deixando mais rico, mais exclusivo, além dos motivos já mencionados.

Em segundo (e principal): É uma ótima estratégia de SEO.

Você já deve saber que o bot do Google não consegue definir o que é relevante do que não é pelas simples leitura do texto, não é mesmo? E é para isso que servem as tags H. Portanto, ao colocar o título do seu post dentro das tags H1, por exemplo, você está indicando para o bot: “Olha isso! Isso é muito relevante para o texto”; se for dentro da H2, você já diminui um pouco a relevância, e por aí vai. Por isso, é importante ter um título bem sugestionável, e se a sua intenção é conseguir visitas através de buscadores, coloque-se no lugar do paraquedista, imaginando o que ele vai digitar para buscar a informação.

Não entendo porque tanta gente coloca o título do seu blog/site dentro das tags H1, e deixa os títulos dos posts dentro da H2 ou inferiores.

Como se alguém fosse chegar a este blog buscando encontrar Pimenta com Dendê. Fala sério, não sou macumbeiro. :D

Já deu pra entender como as tags do título são importantes, não? E se, ao colocar em H1 o título do artigo, você colocasse as informações do mesmo dentro das tags H2?

É aí que entram os subtítulos!

E se ainda, de quebra, você transformasse esse mesmo subtítulo que já está relevante em H2, na descrição da página, para que o usuário que venha através dos sistemas de busca o leia e se interesse espontaneamente pelo artigo, lá mesmo, do Google e afins? É aí que criatividade e o jogo de cintura muito fazem a diferença, e tudo fica blue (ou red, whatever).

Agora que você já entendeu o espírito da coisa, eu vou te ensinar como fazer isto, sem (quase) nenhuma complicação, sem plugins, e muito menos sem correr o risco de explosões. Caneta e papel na mão? Vamos lá:

O WordPress tem um recurso muito poderoso, que multiplica indefinidamente o seu potencial, mas que é esquecido por muitos (ou quase todos): são os campos personalizados, ou em bom inglês, os custom fields.

Não me adentrarei muito sobre o que é possível fazer com eles; o que posso adiantar é que é muita coisa mesmo.

O que você tem de fazer é criar um custom field exclusivo para o seu subtítulo, para que você possa adicioná-lo através da página de postagem, sem complicações. Para colocar o subtítulo logo abaixo do título, será preciso adicionar algumas tags em php, mas que não é nada que um copiar-colar não resolva.

Vejamos o primeiro código:

<?php if(get_post_meta($post->ID, “subtitulo”, $single = true)) : ?>
<h2 class=”subtitulo”><?php echo get_post_meta($post->ID, “subtitulo”, $single = true); ?></h2>
<?php endif; ?>

Este código irá chamar o conteúdo do seu campo personalizado, que terá o nome de “subtitulo”, e irá imprimí-lo na tela, no local em que você colocar o código acima. Mas antes de colocá-lo no seu tema, será preciso que você crie, ao escrever um novo artigo, uma nova tecla (ou key), de nome subtitulo.

Fazer isto é muito simples: na página para escrever um novo artigo do WordPress, localize na parte de baixo uma barra azul de nome “Campos Personalizados“, para a tradução em português, ou “Custom Fields“, para a versão americana. Caso o seu conteúdo ainda não esteja visível, expanda-a, clicando no “+” no canto direito da barra.

Lá, você verá uma imagem mais ou menos como esta:

Captura Subtítulo 1

Tudo que você tem a fazer é digitar “subtitulo” no campo Key (ou Tecla), e em Value digitar o que você quer que apareça no seu subtítulo – para o artigo que você estiver escrevendo, lógico.

Lembrando que isso só precisa ser feito no primeiro artigo a ser publicado com subtítulo. Nos próximos, bastará selecionar a chave que já estará salva e no menu drop-down (sem a necessidade de digitar o “subtitulo” no campo Key), e ir direto para o Value, digitando o seu subtítulo propriamente dito.

Pronto. Simples assim.

Lembra do código que eu coloquei mais acima? É só copiar o mesmo e colar na linha logo abaixo da tag <?php the_title(); ?> dos arquivos do seu template, por exemplo: se quer que os subtítulos apareçam na home e nos artigos individuais, você terá que colocar o código no seu arquivo index.php (ou home.php, a depender do tema) e single.php, respectivamente. Recomendo dar uma lida no Codex do WordPress no que se refere à estrutura dos temas, para ter um controle maior dos templates utilizados.

O que o código acima faz? Em primeiro lugar, ele verifica se, para o post em questão, existe um campo “subtitulo” com algum valor. Em caso positivo, ele imprime na tela, dentro das tags H2, o conteúdo deste campo (sim, aquilo que você digitou em Value), sem esquecer da sua classe, a .subtitulo (para fins de customização CSS; pode ser modificado para uma de sua preferência).

Pronto! Agora você já tem os subtítulos funcionando a todo o vapor no teu blog! E não doeu nada. :)

Pera, Hilder… Mas, e para transformar os subtítulos na descrição da página?

Tem razão. Havia me esquecido deste pequeno-grande detalhe.

É importante que você não esteja usando nenhum plugin gerador de descrições para a página como Head Meta, por exemplo, para que esta última etapa funcione corretamente.

Se o seu blog já contém a meta tag “description”, substitua-a pelo código a seguir; caso contrário, se não existir, coloque-o entre as tags <head> e </head> do seu arquivo header.php:

<meta name=”description” content=”<?php $descricao= ‘Coloque aqui uma descrição complementar para o seu blog‘; if(is_home()) { bloginfo(‘description’); echo “. ” . $descricao; } elseif(get_post_meta($post->ID, “subtitulo”, $single = true)) { echo get_post_meta($post->ID, “subtitulo”, $single = true); } else { bloginfo(‘description’); echo “. ” . $descricao;} ?>” />

O que este código faz? Basicamente, verifica se existe alguma informação no campo “subtitulo“, e, em caso positivo, a coloca como descrição do post; caso não exista, ou a página mostrada seja a home, uma descrição padrão é colocada, sob a forma de descrição principal do blog + descrição complementar (que você altera no código).

Simples, mas muito poderoso.

Ou você ainda duvida que o casamento de título h1 + subtítulo h2 que ainda vira descrição da página vai fazer o bot do Google resistir à tentação de dar uma maior relevância ao seu artigo? Eu não duvido! :D


12
out 07

Winamp 5.5 Final – Edição de Aniversário

É fato: o Winamp é para a música o que o WordPress é para blogs. 90% das pessoas que têm computador (as que eu conheço, pelo menos) utilizam o player da Nullsoft como o padrão para ouvir músicas, quiçá assistir vídeos.

Todo este sucesso se deve ao tamanho do arquivo, à facilidade de manuseio, e claro, aos inúmeros plugins e skins que deixam o player exatamente do jeito que você quer, e com tudo o que você precisa.

O tempo passou, e o nosso queridinho chegou ao 10° aniversário! Mas, ao contrário da gente, o Winamp não fica velho: ele ganhou uma versão novíssima, e com o visual melhor que qualquer outra já lançada!

Conheça o Winamp 5.5!

Winamp

Esta versão vem com suporte a iPods e MP3 Players, além de ser possível dar uma “nota” para a música em execução. É possível também baixar a capa do álbum em questão, além de contar com novas visualizações e novos plugins, como o de Surround.

Ao instalar o player, é possível optar pela instalação de uma toolbar no Internet Explorer, que torna a tarefa de baixar plugins, skins e coisas do tipo muito mais fácil. É uma pena eles não disponibilizarem algo parecido para o Firefox. :(

Também é possível optar pela instalação do Winamp Remote, um addon que possibilita a execução de músicas e vídeos do seu PC ou Notebook via streaming, para um celular, Wii, Playstation 3, coisa que o Shoutcast já faz, mas com a diferença da segurança: são criados um nome de usuário e senha, e o compartilhamento ou não dos arquivos é você quem decide.

Concluindo: é uma versão imperdível, tanto para quem ainda não conhece o player, como para quem já é veterano, como eu! :)

Pena que de vez em quando, ele dá uns erros chatos aqui no XP… Mas nada preocupante. Deve ser pela quantidade de plugins que utilizo para fazer as minhas caixinhas 5.1 funcionarem.

Mas isso é um assunto para um outro post. ;)