Monetização


25
out 07

SEO Inteligente: Subtítulos no WordPress

Se você visita este blog mais que o lê através dos feeds (ou sempre faz uma visitinha para comentar no mesmo, obrigado :) ), com certeza já percebeu que, logo após o título do post, há um subtítulo descritivo da notícia.

Os subtítulos melhoram a experiência do usuário como um todo. Desta forma, ao iniciar a leitura do artigo, enquanto o título chama a atenção, o subtítulo informa e esclarece. Torna-se um grande atrativo, seja para o usuário trivial, seja para o que paraquedista que vem em busca de informação, seja para o assinante que visita o blog/site para navegar um pouco, e encontrar informações preciosas.

Minhas meditações sobre o WordPress junto aos monges esquizofrênicos do Tibet não foram a toa, de fato. Voltei renovado e triunfante, e esse insight surgiu num destes momentos em que não tinha nada melhor (ou pior) pra fazer: os subtítulos, quando colocados de forma inteligente, fazem a diferença sim. Vamos aos fatos:

Em primeiro lugar, em relação à estética. Melhoram bastante (e se melhoram!) a leitura do artigo, o deixando mais rico, mais exclusivo, além dos motivos já mencionados.

Em segundo (e principal): É uma ótima estratégia de SEO.

Você já deve saber que o bot do Google não consegue definir o que é relevante do que não é pelas simples leitura do texto, não é mesmo? E é para isso que servem as tags H. Portanto, ao colocar o título do seu post dentro das tags H1, por exemplo, você está indicando para o bot: “Olha isso! Isso é muito relevante para o texto”; se for dentro da H2, você já diminui um pouco a relevância, e por aí vai. Por isso, é importante ter um título bem sugestionável, e se a sua intenção é conseguir visitas através de buscadores, coloque-se no lugar do paraquedista, imaginando o que ele vai digitar para buscar a informação.

Não entendo porque tanta gente coloca o título do seu blog/site dentro das tags H1, e deixa os títulos dos posts dentro da H2 ou inferiores.

Como se alguém fosse chegar a este blog buscando encontrar Pimenta com Dendê. Fala sério, não sou macumbeiro. :D

Já deu pra entender como as tags do título são importantes, não? E se, ao colocar em H1 o título do artigo, você colocasse as informações do mesmo dentro das tags H2?

É aí que entram os subtítulos!

E se ainda, de quebra, você transformasse esse mesmo subtítulo que já está relevante em H2, na descrição da página, para que o usuário que venha através dos sistemas de busca o leia e se interesse espontaneamente pelo artigo, lá mesmo, do Google e afins? É aí que criatividade e o jogo de cintura muito fazem a diferença, e tudo fica blue (ou red, whatever).

Agora que você já entendeu o espírito da coisa, eu vou te ensinar como fazer isto, sem (quase) nenhuma complicação, sem plugins, e muito menos sem correr o risco de explosões. Caneta e papel na mão? Vamos lá:

O WordPress tem um recurso muito poderoso, que multiplica indefinidamente o seu potencial, mas que é esquecido por muitos (ou quase todos): são os campos personalizados, ou em bom inglês, os custom fields.

Não me adentrarei muito sobre o que é possível fazer com eles; o que posso adiantar é que é muita coisa mesmo.

O que você tem de fazer é criar um custom field exclusivo para o seu subtítulo, para que você possa adicioná-lo através da página de postagem, sem complicações. Para colocar o subtítulo logo abaixo do título, será preciso adicionar algumas tags em php, mas que não é nada que um copiar-colar não resolva.

Vejamos o primeiro código:

<?php if(get_post_meta($post->ID, “subtitulo”, $single = true)) : ?>
<h2 class=”subtitulo”><?php echo get_post_meta($post->ID, “subtitulo”, $single = true); ?></h2>
<?php endif; ?>

Este código irá chamar o conteúdo do seu campo personalizado, que terá o nome de “subtitulo”, e irá imprimí-lo na tela, no local em que você colocar o código acima. Mas antes de colocá-lo no seu tema, será preciso que você crie, ao escrever um novo artigo, uma nova tecla (ou key), de nome subtitulo.

Fazer isto é muito simples: na página para escrever um novo artigo do WordPress, localize na parte de baixo uma barra azul de nome “Campos Personalizados“, para a tradução em português, ou “Custom Fields“, para a versão americana. Caso o seu conteúdo ainda não esteja visível, expanda-a, clicando no “+” no canto direito da barra.

Lá, você verá uma imagem mais ou menos como esta:

Captura Subtítulo 1

Tudo que você tem a fazer é digitar “subtitulo” no campo Key (ou Tecla), e em Value digitar o que você quer que apareça no seu subtítulo – para o artigo que você estiver escrevendo, lógico.

Lembrando que isso só precisa ser feito no primeiro artigo a ser publicado com subtítulo. Nos próximos, bastará selecionar a chave que já estará salva e no menu drop-down (sem a necessidade de digitar o “subtitulo” no campo Key), e ir direto para o Value, digitando o seu subtítulo propriamente dito.

Pronto. Simples assim.

Lembra do código que eu coloquei mais acima? É só copiar o mesmo e colar na linha logo abaixo da tag <?php the_title(); ?> dos arquivos do seu template, por exemplo: se quer que os subtítulos apareçam na home e nos artigos individuais, você terá que colocar o código no seu arquivo index.php (ou home.php, a depender do tema) e single.php, respectivamente. Recomendo dar uma lida no Codex do WordPress no que se refere à estrutura dos temas, para ter um controle maior dos templates utilizados.

O que o código acima faz? Em primeiro lugar, ele verifica se, para o post em questão, existe um campo “subtitulo” com algum valor. Em caso positivo, ele imprime na tela, dentro das tags H2, o conteúdo deste campo (sim, aquilo que você digitou em Value), sem esquecer da sua classe, a .subtitulo (para fins de customização CSS; pode ser modificado para uma de sua preferência).

Pronto! Agora você já tem os subtítulos funcionando a todo o vapor no teu blog! E não doeu nada. :)

Pera, Hilder… Mas, e para transformar os subtítulos na descrição da página?

Tem razão. Havia me esquecido deste pequeno-grande detalhe.

É importante que você não esteja usando nenhum plugin gerador de descrições para a página como Head Meta, por exemplo, para que esta última etapa funcione corretamente.

Se o seu blog já contém a meta tag “description”, substitua-a pelo código a seguir; caso contrário, se não existir, coloque-o entre as tags <head> e </head> do seu arquivo header.php:

<meta name=”description” content=”<?php $descricao= ‘Coloque aqui uma descrição complementar para o seu blog‘; if(is_home()) { bloginfo(‘description’); echo “. ” . $descricao; } elseif(get_post_meta($post->ID, “subtitulo”, $single = true)) { echo get_post_meta($post->ID, “subtitulo”, $single = true); } else { bloginfo(‘description’); echo “. ” . $descricao;} ?>” />

O que este código faz? Basicamente, verifica se existe alguma informação no campo “subtitulo“, e, em caso positivo, a coloca como descrição do post; caso não exista, ou a página mostrada seja a home, uma descrição padrão é colocada, sob a forma de descrição principal do blog + descrição complementar (que você altera no código).

Simples, mas muito poderoso.

Ou você ainda duvida que o casamento de título h1 + subtítulo h2 que ainda vira descrição da página vai fazer o bot do Google resistir à tentação de dar uma maior relevância ao seu artigo? Eu não duvido! :D


19
set 07

Como usar e configurar o Landing Sites para faturar mais

Landing Sites

Não preciso nem repetir por aqui que, quem clica “de verdade” nos anúncios, são os paraquedistas, devido à sua espontaneidade.

Para quem busca oferecer um bom conteúdo, às vezes, se torna uma tarefa árdua posicionar os anúncios de forma que não “quebrem” nem poluam o layout do blog ou site. Eu tentei fazer isso com a mudança do tema, mas o resultado foi péssimo: meu faturamento caiu uns 60 a 70%, em média. Seria possível então oferecer uma página “limpa” para quem acessa o blog através dos feeds e diretamente (digitando o endereço na barra do navegador, ou através dos favoritos), e oferecer uma página com um pouco mais de anúncios para quem chega aqui através do Google e afins?

Sim, felizmente, isso é possível: é só utilizar o plugin Landing Sites para WordPress.

O Landing Sites reconhece quando o visitante vem ao seu blog através dos mecanismos de busca mais populares, e imprime na tela qualquer coisa que você queira. Pode ser uma mensagem de boas vindas, anúncios, imagens, ou seja lá o que for.

Para fazer um teste de como ele funciona, busque por “vídeos do youtube no celular” no Google, e clique no resultado deste blog (provavelmente o primeiro que aparece). Viu como o visitante é bem “cumprimentado” em sua chegada?

Para instalar o Landing Sites, primeiro faça download do plugin (para WordPress, somente) nesta página. Após isso, descomprima o arquivo utilizando o seu descompactador de preferência, e faça upload para a pasta /wp-content/plugins, da sua instalação do WordPress.

Após o upload, logue-se como administrador no seu blog, vá até a guia “Extensões” (ou Plugins) e ative o Landing Sites.

Configuração

O Landing Sites utiliza algumas tags-padrão para imprimir as informações na tela:

  • ls_getinfo(’isref’): É a tag utilizada para verificar se o visitante veio ou não através de algum sistema de busca. Será explicada mais abaixo.
  • ls_getinfo(’terms’): Imprime os termos da busca na tela. Por exemplo, se o visitante vier até o site procurando por “Dicas de Monetização”, serão impressos estes termos, onde esta tag for colocada.
  • ls_getinfo(’referrer’): Imprime o site de referência, por exemplo: www.google.com.br ou outro que o visitante tenha utilizado para a busca.
  • ls_related(): Imprime uma lista de posts relacionados à pesquisa. Pode também ser configurada desta forma: ls_related(limite_de_posts, tamanho_das_letras, ‘Antes do Título’, ‘Depois do Título’, ‘Antes do Post’, ‘Depois do Post’, mostrar_posts_protegidos_com_senha, mostrar_resumos_dos_posts).

Termos em mãos? Vamos lá:

Abra, através da guia “Presentation/Theme Editor” do menu administrativo do seu blog, o arquivo “single.php” para edição, que deve estar com o nome de “Single Post”. Alguns temas podem ter o arquivo necessário sob o nome de “theloop.php”, ou similar. O importante será você achar o loop do WordPress, ou seja: tudo que está entre a condicional a seguir:

<?php if (have_posts()) : while (have_posts()) : the_post(); ?>

#Conteúdo do artigo

<?php endwhile; else: ?>

As tags do Landing Sites devem ficar entre estas condicionais do seu arquivo “single.php”, pois como geralmente os visitantes vêm à procura de artigos individuais (e, muito raramente, da home-page), você assegura-se que a mensagem personalizada será mostrada somente para posts individuais.

Após encontrar “o loop”, seria interessante que você mostrasse a sua mensagem bem antes do título do post, e logo após o loop. Portanto, após a condicional <?php if (have_posts()) : while (have_posts()) : the_post(); ?>, coloque o seguinte:

<?php if (function_exists(‘ls_getinfo’)): ?>

<?php if (ls_getinfo(‘isref’)): ?>

// Conteúdo personalizado

<?php endif; ?>
<?php endif; ?>

O que o código acima faz?

Bem, primeiro, ele checa se a função “ls_getinfo” existe; portanto, se mais tarde você resolver desabilitar o plugin por qualquer motivo, não correrá o risco de ocorrerem problemas nos seus posts, devido a uma função não encontrada.

Após isto, se a função existir (ou seja, se o plugin estiver habilitado), ele checa se o visitante está vindo de algum sistema de busca, através do “ls_getinfo(‘isref’)”. Em caso positivo, ele imprime tudo o que está em “Conteúdo Personalizado” na tela.

Um exemplo de como ficaria o código totalmente personalizado, prontinho para WordPress:

<h2>Busca por “<?php ls_getinfo(‘terms’); ?>”</h2>

<p>Bem vindo ao <?php get_bloginfo(‘name) ?>!</p>
<p>Você chegou até aqui procurando por <em>”<?php ls_getinfo(‘terms’); ?>”</em> através do <strong><?php ls_getinfo(‘referrer’); ?>.</strong></p>
<p>O artigo que você busca está logo abaixo, intitulado <strong>”<?php the_title(); ?>”</strong>. Talvez estes posts também sejam de seu interesse:</p>

<ul><?php ls_related(5, 10, ‘<li>’, ‘</li>’, ”, ”, false, false) ?></ul>

<p>Obrigado, e volte sempre!</p>
<br />

Suponhamos que você tenha um post de “Como ganhar mais dinheiro”, e o visitante venha ao seu site buscando por “ganhar dinheiro” através do Google. Com o código acima, ele veria o seguinte, logo acima do título do post:

Busca por “ganhar dinheiro”

Bem vindo ao Nome do seu site!

Você chegou até aqui procurando por “ganhar dinheiro” através do www.google.com.br.

O artigo que você busca está logo abaixo, intitulado “Como ganhar mais dinheiro“. Talvez estes posts também sejam de seu interesse:

  • Post 1
  • Post 2
  • Post 3
  • Post 4
  • Post 5

Bem legal, não? O Landing Sites personaliza a mensagem mostrada ao visitante advindo do sistema de busca, e imprime tudo que está em “Conteúdo Personalizado”, como mostrado na configuração.

Ou seja, o limite é a sua imaginação. Nada te impede que você substitua o texto acima por um banner ou um anúncio qualquer, ou ainda mescle os dois. Lembre-se: é só colocar o que você deseja que seja visto pelo visitante no lugar correto, e ele verá. Basta que venha até o seu blog através de sites de buscas.

Ganha você, ganham os seus leitores assíduos, ganham os paraquedistas pela mensagem. E ganha eu também, porque só depois dessa para eu sair do desespero em que eu estava com os meus rendimentos. :) Ufa!


25
jul 07

Adsense nos feeds do FeedBurner e a discriminação com anúncios

Não, não é um hoax.

Que o FeedBurner é propriedade da Google, muita gente já sabia. Mas o melhor está bem próximo de vir.

O Steve Olechowski, co-fundador do FeedBurner, disse em seu blog que falta muito pouco para integrar o Adsense aos feeds gerenciados pelo FeedBurner. Isso significa que os leitores fiéis também poderão visualizar anúncios em seus agregadores prediletos.

Com essa notícia, veremos o que irá acontecer daqui pra frente. Será que os blogs ganharão ou perderão mais leitores em virtude dos anúncios nos feeds?

Existe um velho tabu de que leitores fiéis não clicam em anúncios. Algo como “leitores fiéis são mais inteligentes para se esquivar das propagandas”.

De fato, leitores clicam menos em anúncios, não pelo fato de fugirem da propaganda, mas sim pelo fato de já estarem acostumados com a disposição dos anúncios do blog e irem “direto” ao conteúdo, não dando muita – ou nenhuma – atenção às propagandas, ou sejam, elas passam despercebidas. Quando ocorre de o leitor “fugir” da publicidade, é porque algum blogueiro (se não o próprio autor) age com uma certa discriminação com a monetização do blog alheio, e acaba passando essa “tensão” para o leitor – calma que eu explico mais embaixo.

Não lembro onde, mas li em algum lugar, assim que estava começando este blog, pessoas comentando sobre um artigo que falava sobre monetização e anúncios colocados no meio do texto. A resposta para o artigo era algo como “puxa, e eu acabei clicando sem saber!”, ou então, “vou me policiar para não clicar mais em anúncios”.

Pára tudo! Quer dizer então que agora, clicar em anúncios é considerado algo impuro, digno de ter o seu coração arrancado com uma colherzinha de plástico, daquelas que você come bolo em aniversário de criança? Nospheratt Jânio Sarmento)

Ou ainda: que só clicam nos anúncios os “paraquedistas burros e ingênuos”, que não sabem distinguir os anúncios do conteúdo do site, clicando em tudo que aparece pela frente? Desde quando propaganda e publicidade é algo ruim para a humanidade?

Sejam sinceros comigo (eu vou querer a resposta nos comentários): quando vocês vêem algum anúncio relevante em algum blog, o que vocês fazem?

a) Anoto a URL, abro uma nova janela (ou aba) do navegador, digito o endereço e vejo o que quero.

b) Clico com o botão direito no anúncio, copio a URL, abro uma nova janela (ou aba) do navegador, colo a URL, apago os dados do script até deixar só a URL do site e (ufa!) vejo o que quero.

c) Não clico (apesar de ficar mor-ren-do de vontade), pois não gosto de propaganda em blogs. Bem, pelo menos, não gosto de propaganda em outros blogs a não ser o meu – caso você tenha um.

d) Clico, ora bolas!

A depender do caso, eu não considero propaganda em blogs algo ruim, muito pelo contrário. A propaganda oferece ao leitor uma possibilidade de agregar algo novo e interessante à sua navegação. Daí o fato de os paraquedistas clicarem mais em anúncios: eles são bem mais espontâneos que os próprios “leitores tensionados”.

Os paraquedistas enxergam a propaganda como um bônus, algo como “se você gostou daqui, olhe isso que parece ser bom”, e gostam do que encontram. Só não sei se a palavra para descrever isso seria burrice ou ingenuidade, como muita gente descreve. Aliás, nenhuma das duas. O cúmulo da avareza é deixar de clicar em algo que você achou interessante, só para “não correr o risco” de o autor ganhar algo em cima daquilo, enquanto o dinheiro para as campanhas publicitárias sequer saiu do seu bolso!

Se você começar a prestar mais atenção nos anúncios dos blogs a partir de agora, verá que encontra muita coisa legal por aí afora, a depender da pauta do blog, é claro. E se o anunciante está disposto a gastar algum dinheiro para divulgar aquilo, é mais um sinal de que você tem grandes chances de gostar do vai que encontrar.

Enquanto os egos inflam e as ameaças de blogueiro vs. blogueiro aumentam, considere se despreocupar com tudo isso e navegar à vontade.

Só não reclame quando eu colocar o Adsense nos feeds daqui.


10
jul 07

Otimizando e ganhando mais com o Buscapé

Exatamente no dia 6 deste mês, recebi um e-mail do Programa de Afiliados Buscapé sobre uma mudança que ocorrerá em poucos dias, entrando em vigor no dia 16, e que me surpreendeu, apesar de já ser esperado:

O valor do clique direcionado à loja (ou seja, aquele usuário que clica num link para comparação de preços e, após fazer a pesquisa no site do Buscapé, vai até o site da loja) passará a ter o valor de R$ 0,25 (vinte e cinco centavos) por clique, com valores cumulativos.

Se o visitante clicar, além do link de comparação de preços, em um dos banners que direcionam às lojas (no site do editor), o valor deste passará a valer R$ 0,13, e pode-se ganhar, neste caso, R$ 0,38 por visitante interessado nos produtos!

Como nem tudo são flores, para os usuários que apenas navegarem no site do Buscapé, sem acessarem a loja, não serão mais contabilizados cliques premium. Ou seja: dê adeus aos seus links comparando fotos de sexo, Juliana Paes ou coisa parecida (shame on me…).

Para quem trocou o Buscapé pelo JáCotei, pode utilizar os dois, sem problema. Muita gente o fez após a “bolha” dos cliques advindos dos bots dos sites de busca estourar.

O objetivo dos editores agora será o de, sem dúvida, levar o visitante até o site da loja. Nisso, ele terá que colocar todos os esforços, e mudar, se necessário, o conteúdo e o layout do site, para que a experiência com os produtos oferecidos seja lucrativa para todas as partes envolvidas.

A primeira coisa a ser feita, para quem ainda não o fez, é instalar um bom plugin para automatizar o sistema de criação dos links personalizados. Recomendo o Buscapé Everywhere, modificação do meu conterrâneo Manoel Netto do plugin criado pelo Bruno Alves para o WordPress.

Porém, muito cuidado ao criar os links “inline” a partir de agora! Evite criar links para coisas abstratas e que não chamem a atenção do visitante, do contrário, o máximo que pode ocorrer é um “onde é que eu estou, pelamordedeus” após o redirecionamento. Seja específico nos seus links, preferindo [BP]Monitores LCD 19″[/BP] a apenas [BP]LCD[/BP], pois anúncios específicos direcionam o visitante diretamente para a comparação de preços, e aumentam potencialmente as chances de direcionamento à uma loja.

Mais interessante ainda é você habilitar a target=_blank nos links, para que o visitante faça a pesquisa, e ainda tenha a possibilidade de clicar em um dos anúncios dinâmicos veiculados no seu site.

Por falar em anúncios dinâmicos, o que oferece melhor resultado – e você deve considerar fazer uma mudança de layout do site, se necessário – é o formato 120×600, pois oferece uma maior quantidade de produtos e possibilidades de sucesso na conversão do clique.

Mas, apesar das dicas, nenhuma delas se compara à criatividade na hora de chamar a atenção dos leitores e aumentar a taxa de conversão dos anúncios. Um ótimo exemplo (e que muita gente já conhece) é o que o Melo faz no Verdade Absoluta com o JáCotei. Nunca conversamos, mas que ele deve ganhar bastante com esses links personalizados, ah… não tenho dúvida.

Portanto, caro leitor, caso você possua um blog, site, ou seja lá o que for, e ainda tem o Buscapé como parceiro, ceda um pouco mais (ops!) do seu tempo para otimizar os links que já são mostrados. Ainda dá tempo de melhorar, mas corra.

Lembre-se que nada se compara ao sucesso obtido com os nossos esforços.

Ah, sim. Eu tô mais careta mesmo. ;)