ProBlogger


5
mai 08

Anúncios gritantes e banners que piscam

Convenhamos: considero ter propaganda em blogs uma coisa legal, pois faz bem para os usuários e muito bem ao bolso, obrigado. Mas tem gente que literalmente exagera.

Existem pessoas que fazem de tudo, mas tudo mesmo, para que o paraquedista, visitante, leitor, whatever, clique em suas propagandas. E não estou falando só de blogueiros não! Os anunciantes não ficam atrás, e investem pesado em propagandas gritantes, que mais parecem janelinhas, e que confundem totalmente o usuário. Minha mãe, por exemplo, clicou em um monte de propaganda tentando “fechar as janelinhas que ficavam piscando” – ainda bem que ela não acessa o Pimenta com Dendê, senão, tava frito com o tio Google! :D

Enfim… Me pergunto até que ponto isso é válido. Seria uma boa experiência para o usuário tentar “fechar” aquilo que te incomoda, e acabar sendo redirecionado para a página do anunciante (a qual, provavelmente, irá conter pelo menos o dobro de anúncios)?

Se é para investir em propaganda, vamos investir em algo que seja de fato interessante para o público alvo, e não em anúncios incomodativos, do tipo “lembre-se mal, mas lembre de mim”! Criatividade faz toda a diferença nestas horas. Deixem um pouco essas janelinhas cinzas de lado, coloquem algo que o usuário realmente se interesse em clicar, pombas! – não, não pombas… coloca algo mais interessante… :)

Enfim. Falando sobre janelinhas, olha só o anúncio que encontrei em um blog não-identificado:

propaganda

Não dá pra ler? A mensagem diz o seguinte: Identificamos que você não está namorando! Clique aqui e comece a namorar em poucos minutos! É de Graça!

Fala sério, péssimo gosto. O internauta (putz, há muito não utilizo nem ouço este termo!) está navegando, quando entra numa página e, pimba! Tá lá a janelinha filha da mãe. Cadê a criatividade, senhores anunciantes?

E sabem o que é pior nessa história toda? É que ele está certo. Sim, o féla da poota do anunciante está certo, mesmo com a sua janelinha de péssimo gosto. Se eu sou um corno maníaco-depressivo, ele já ia ganhar um clique (êpa!!! Estou falando SE eu fosse… Não sou maníaco depressivo, e graças a Deus nunca fui corno. Bem, pelo menos, não que eu saiba :) ).

Sorte que tenho mais de 2 neurônios, e sei que o computador não tem como saber o meu estado civil, tá?

Mas as salsinhas… Pheeeew… :?


25
abr 08

Voltando à programação normal

jornal

Exatamente.

O Pimenta com Dendê está com novidades… velhas, por sinal.

Apesar de ter trabalhado bastante nestes últimos dias, não consegui encontrar uma razão real para a minha falta de vontade em postar por aqui. Talvez, tenha utilizado a minha falta de tempo como pretexto para uma real estagnação em gerar conteúdo.

Sabe como eu passava o meu tempo? Jogando MMORPG’s até enjoar. 9Dragons, Shaiya, 2Moons (culpa da Bia), RF Online, Phoenix Dynasty… Caramba, passava horas a fio “upando” o meu char. Imaginem: um marmanjo de 23 anos totalmente viciado nesses joguinhos online – ou melhor, jogaços.

Refletindo um pouco sobre estas minhas atitudes, fiquei meio que com um sentimento de culpa. Será que eu não estaria enganado o pessoal que lê o meu blog, dizendo que não posto por falta de tempo? Por que não tenho mais vontade de postar no Pimenta como eu postava antigamente, pelo menos uma vez ao dia?

Felizmente, encontrei as respostas para estas perguntas. E a resposta à primeira delas é não. Eu não estava enganando ao meus leitores. Eu estava me enganando.

O real motivo de não postar por aqui encontrei agora, que voltei a trabalhar com a Web, profissionalmente falando, e estou tendo acesso direto ao computador – e um afastamento forçado do Pimenta.

Como todos sabem, fiz diversas alterações no blog, ao longo do tempo. Mudei o tema, disponibilizei-o para download, fiz uma home totalmente personalizada, utilizei conceitos SEF, ou seja, foram mudanças válidas, que aumentaram o meu conhecimento da ferramenta WordPress e me permitiram compartilhá-lo com todos os meus leitores.

Mas infelizmente, nem tudo são flores. Uma home personalizada do jeito que a minha estava, dava muito trabalho para manter. Precisar buscar uma foto para cada artigo que eu publicasse (mesmo que este artigo não exigisse foto), e ainda editá-la, fazer upload via FTP, padronizar o nome do arquivo etc etc etc, para somente depois iniciar o artigo, estava tornando a tarefa de gerar um simples post algo extremamente massante. Além disso, sou a favor da praticidade: tenho um pensamento rápido, e perder tempo com algo que não seja realmente necessário pode quebrar a minha linha de raciocínio.

Um blog no formato revista é ótimo, se você puder assumir o tempo que gasta com a sua manutenção. Além do mais, o design que fiz do Pimenta não me permitia muita personalização, visto que eu o fiz para seguir o formato de blog. Talvez, voltar para o formato antigo de blog tenha afetado um pouco a navegabilidade do Pimenta… Mas, de que adianta uma boa navegabilidade se não há conteúdo para se navegar?

Sendo assim, tomei esta decisão, a acredito que vai ser melhor para todos nós. Será prático para mim, que poderei postar o que me vier à cabeça, sem precisar perder tempo procurando imagens e configurando o artigo, e para os leitores, que poderão verificar o conteúdo novo diretamente na home-page, como em qualquer blog.

Por enquanto é só. Logo logo, venho com novas (e excelentes) novidades.

Aguardem e confiem. ;)


1
abr 08

O Pimenta com Dendê está à venda

Dinheiro

Caros amigos e leitores:

Os que acompanham o meu blog já devem saber que tenho escrevido muito pouco por aqui, ultimamente. Por mais que eu tenha me esforçado para disseminar um bom conteúdo, está difícil conciliar as minhas atividades (faculdade e trabalho) com as atividades do blog.

Todos também sabem que, se fosse para escrever sobre assuntos que não fossem de alguma valia para os meus leitores, eu preferiria não escrever; e assim tenho feito. Escrever aqui demanda pesquisa de conteúdo, checagem de fontes, e um bom tempo escolhendo as palavras que irão enfeitar os meus textos.

Nunca foi do meu intuito deixar este blog exposto às traças, nem deixar os meus leitores um tanto chateados pela constante expectativa de novos textos. Mas, infelizmente, os nossos sonhos nem sempre se concretizam da melhor forma, pois às vezes a nossa vida toma rumos que não prevemos tomar.

O Pimenta com Dendê tem sido um excelente meio para conhecer novas e boas pessoas, aumentar o meu networking, fazer novos amigos, desestressar, whatever. Foi uma das melhores experiências da minha vida, sem frescura nem pieguice, e eu sou muito grato pelo que consegui obter através dele.

Pois é: foi.

É com um imenso pesar que demonstro a minha impossibilidade de continuar com o blog, pelas razões citadas acima. Iniciou-se uma nova etapa da minha vida, de competividade, de novos projetos, e o Pimenta com Dendê será uma excelente lembrança desta fase saudosa que está chegando ao fim.

Sendo assim, não gostaria simplesmente de acabar com ele, assim, do nada; desta forma, estou colocando o Pimenta com Dendê à venda. Preciso que ele não morra, que ele continue, mesmo sem mim. Preciso de alguém que possa efetivamente “tocar” o Pimenta com Dendê pra frente, e o coloque rumo à vitória.

Agradeço a todos os amigos que fiz por aqui, e espero que a minha amizade com todos não morra. Espero conhecer cada um de vocês, para trocarmos experiências. Continuarei ativo na leitura, mas não na escrita. Muito obrigado mesmo, a todos os leitores.

Pode ser que um dia eu volte a escrever novamente, mas depende do rumo que a vida colocará em minha frente. Como já diz o ditado popular, “a vida é uma caixinha de surpresas”. Vamos ver se as coisas mudam, e eu volte à ativa.

Talvez isso aconteça depois deste 1° de abril, dia da mentira. Acho que lá para o dia 2 eu encho o saco de vocês novamente. :D

E o Pimenta não está à venda não, viu! Bem, pelo menos, por enquanto. :twisted:

Happy April Fool’s Day!


5
mar 08

Eu voltei, e agora é pra ficar…

Roberto Carlos

Porque aqui, aqui é meu lugar…

Pois é, pessoal. Foram meses sem botar os pés… ops, as mãos por aqui, sem ler um artigo sequer da blogosfera, sem estar por dentro – ops de novo – do que vem acontecendo pelo mundo dos hoaxes, hypes, flames e etc.

O motivo, ao contrário do que muitos pensam, não foi o carnaval. Tá certo, eu confesso que passei alguns dias com a Scarlett Johansson em um camarote daqui de Salvador (desculpa, Noronha:D ), mas foram só alguns dias, e isso não chegou a comprometer a minha vida pessoal. Bem… Pelo menos, eu acho que não.

No início, foi aquela vontade de dar um tempo mesmo (eu disse DAR UM TEMPO!). Havia perdido um pouco do “fogo bloguístico”, daquela pequena vertigem ao iniciar um post ansiado… Resumindo, havia perdido um pouco do meu senso de humor. E o que me mantém atrelado a este (e aos outros) blog(s) é o meu senso de humor.

Enfim… Após um tempo afastado até mesmo da vida on-line (por favor, alguém aí avise aos meus contatos do MSN que eu estou vivo), pouco a pouco aquele fogo foi retornando, junto com a saudade de interagir um pouco com o mundo, de “gritar pra todo mundo ouvir”, de receber comentários… ou melhor, bons comentários, pois ultimamente só tenho recebido comentários me chamando de filho-da-puta, corno e viado por não ter colocado as fotos da Juliana Knust sem calcinha (alguém percebeu uma mensagem SEObliminar aqui? :) ).

Paciência. O Google manda, Hilder obedece. Nada de depravação aqui, bando de mãos-cheias-de-cabelo e rostos-cheios-de-espinhas!

Quando estava pronto para retornar, recebi uma proposta de emprego. Ótimo, beleza! Ia ganhar um $$ a mais, o que não é nada ruim… A não ser pelo fato de que estava me tornando um zumbi, trabalhando das 22h às 6h (não, você não leu errado), ficando 2 dias sem dormir quando não tinha reunião à tarde, deixando o cabelo e a barba (não necessariamente somente estes pêlos) crescer, sem tempo nem mesmo para dar uma… uma única postada aqui no blog. Pois é, pensem no que eu passei!

Além do mais, comecei a fazer minha faculdade (aham, vocês estão falando com um futuro Gestor da Tecnologia da Informação), e os horários estavam se chocando.

Não tive outra alternativa: PEDI PRA SAIR, PEDI PRA SAIR! É, eu não aguentei. Finalmente, estou LIVRE!!! E de volta à ativa (sim, voltei à ativa sim, hehehe!!!) – e mais irônico do que nunca. Muwahahahaha!!! :twisted:

Podem informar pelos quatro cantos do mundo que o Pimenta com Dendê está mais temperado que nunca! Ah, vocês não iriam se livrar da Bahia assim tão fácil! Por falar em Bahia, tivemos uma reuniãozinha por aqui, e novos projetos estão surgindo. Mas isso é assunto para um outro post.

Agora, deixa eu arrumar essa mesa aqui, que tá uma bagunça!


25
out 07

SEO Inteligente: Subtítulos no WordPress

Se você visita este blog mais que o lê através dos feeds (ou sempre faz uma visitinha para comentar no mesmo, obrigado :) ), com certeza já percebeu que, logo após o título do post, há um subtítulo descritivo da notícia.

Os subtítulos melhoram a experiência do usuário como um todo. Desta forma, ao iniciar a leitura do artigo, enquanto o título chama a atenção, o subtítulo informa e esclarece. Torna-se um grande atrativo, seja para o usuário trivial, seja para o que paraquedista que vem em busca de informação, seja para o assinante que visita o blog/site para navegar um pouco, e encontrar informações preciosas.

Minhas meditações sobre o WordPress junto aos monges esquizofrênicos do Tibet não foram a toa, de fato. Voltei renovado e triunfante, e esse insight surgiu num destes momentos em que não tinha nada melhor (ou pior) pra fazer: os subtítulos, quando colocados de forma inteligente, fazem a diferença sim. Vamos aos fatos:

Em primeiro lugar, em relação à estética. Melhoram bastante (e se melhoram!) a leitura do artigo, o deixando mais rico, mais exclusivo, além dos motivos já mencionados.

Em segundo (e principal): É uma ótima estratégia de SEO.

Você já deve saber que o bot do Google não consegue definir o que é relevante do que não é pelas simples leitura do texto, não é mesmo? E é para isso que servem as tags H. Portanto, ao colocar o título do seu post dentro das tags H1, por exemplo, você está indicando para o bot: “Olha isso! Isso é muito relevante para o texto”; se for dentro da H2, você já diminui um pouco a relevância, e por aí vai. Por isso, é importante ter um título bem sugestionável, e se a sua intenção é conseguir visitas através de buscadores, coloque-se no lugar do paraquedista, imaginando o que ele vai digitar para buscar a informação.

Não entendo porque tanta gente coloca o título do seu blog/site dentro das tags H1, e deixa os títulos dos posts dentro da H2 ou inferiores.

Como se alguém fosse chegar a este blog buscando encontrar Pimenta com Dendê. Fala sério, não sou macumbeiro. :D

Já deu pra entender como as tags do título são importantes, não? E se, ao colocar em H1 o título do artigo, você colocasse as informações do mesmo dentro das tags H2?

É aí que entram os subtítulos!

E se ainda, de quebra, você transformasse esse mesmo subtítulo que já está relevante em H2, na descrição da página, para que o usuário que venha através dos sistemas de busca o leia e se interesse espontaneamente pelo artigo, lá mesmo, do Google e afins? É aí que criatividade e o jogo de cintura muito fazem a diferença, e tudo fica blue (ou red, whatever).

Agora que você já entendeu o espírito da coisa, eu vou te ensinar como fazer isto, sem (quase) nenhuma complicação, sem plugins, e muito menos sem correr o risco de explosões. Caneta e papel na mão? Vamos lá:

O WordPress tem um recurso muito poderoso, que multiplica indefinidamente o seu potencial, mas que é esquecido por muitos (ou quase todos): são os campos personalizados, ou em bom inglês, os custom fields.

Não me adentrarei muito sobre o que é possível fazer com eles; o que posso adiantar é que é muita coisa mesmo.

O que você tem de fazer é criar um custom field exclusivo para o seu subtítulo, para que você possa adicioná-lo através da página de postagem, sem complicações. Para colocar o subtítulo logo abaixo do título, será preciso adicionar algumas tags em php, mas que não é nada que um copiar-colar não resolva.

Vejamos o primeiro código:

<?php if(get_post_meta($post->ID, “subtitulo”, $single = true)) : ?>
<h2 class=”subtitulo”><?php echo get_post_meta($post->ID, “subtitulo”, $single = true); ?></h2>
<?php endif; ?>

Este código irá chamar o conteúdo do seu campo personalizado, que terá o nome de “subtitulo”, e irá imprimí-lo na tela, no local em que você colocar o código acima. Mas antes de colocá-lo no seu tema, será preciso que você crie, ao escrever um novo artigo, uma nova tecla (ou key), de nome subtitulo.

Fazer isto é muito simples: na página para escrever um novo artigo do WordPress, localize na parte de baixo uma barra azul de nome “Campos Personalizados“, para a tradução em português, ou “Custom Fields“, para a versão americana. Caso o seu conteúdo ainda não esteja visível, expanda-a, clicando no “+” no canto direito da barra.

Lá, você verá uma imagem mais ou menos como esta:

Captura Subtítulo 1

Tudo que você tem a fazer é digitar “subtitulo” no campo Key (ou Tecla), e em Value digitar o que você quer que apareça no seu subtítulo – para o artigo que você estiver escrevendo, lógico.

Lembrando que isso só precisa ser feito no primeiro artigo a ser publicado com subtítulo. Nos próximos, bastará selecionar a chave que já estará salva e no menu drop-down (sem a necessidade de digitar o “subtitulo” no campo Key), e ir direto para o Value, digitando o seu subtítulo propriamente dito.

Pronto. Simples assim.

Lembra do código que eu coloquei mais acima? É só copiar o mesmo e colar na linha logo abaixo da tag <?php the_title(); ?> dos arquivos do seu template, por exemplo: se quer que os subtítulos apareçam na home e nos artigos individuais, você terá que colocar o código no seu arquivo index.php (ou home.php, a depender do tema) e single.php, respectivamente. Recomendo dar uma lida no Codex do WordPress no que se refere à estrutura dos temas, para ter um controle maior dos templates utilizados.

O que o código acima faz? Em primeiro lugar, ele verifica se, para o post em questão, existe um campo “subtitulo” com algum valor. Em caso positivo, ele imprime na tela, dentro das tags H2, o conteúdo deste campo (sim, aquilo que você digitou em Value), sem esquecer da sua classe, a .subtitulo (para fins de customização CSS; pode ser modificado para uma de sua preferência).

Pronto! Agora você já tem os subtítulos funcionando a todo o vapor no teu blog! E não doeu nada. :)

Pera, Hilder… Mas, e para transformar os subtítulos na descrição da página?

Tem razão. Havia me esquecido deste pequeno-grande detalhe.

É importante que você não esteja usando nenhum plugin gerador de descrições para a página como Head Meta, por exemplo, para que esta última etapa funcione corretamente.

Se o seu blog já contém a meta tag “description”, substitua-a pelo código a seguir; caso contrário, se não existir, coloque-o entre as tags <head> e </head> do seu arquivo header.php:

<meta name=”description” content=”<?php $descricao= ‘Coloque aqui uma descrição complementar para o seu blog‘; if(is_home()) { bloginfo(‘description’); echo “. ” . $descricao; } elseif(get_post_meta($post->ID, “subtitulo”, $single = true)) { echo get_post_meta($post->ID, “subtitulo”, $single = true); } else { bloginfo(‘description’); echo “. ” . $descricao;} ?>” />

O que este código faz? Basicamente, verifica se existe alguma informação no campo “subtitulo“, e, em caso positivo, a coloca como descrição do post; caso não exista, ou a página mostrada seja a home, uma descrição padrão é colocada, sob a forma de descrição principal do blog + descrição complementar (que você altera no código).

Simples, mas muito poderoso.

Ou você ainda duvida que o casamento de título h1 + subtítulo h2 que ainda vira descrição da página vai fazer o bot do Google resistir à tentação de dar uma maior relevância ao seu artigo? Eu não duvido! :D