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1
nov 07

Dicas para Ubuntu

Ubuntu

De todos os sistemas operacionais que existem hoje, o Ubuntu é o que vem ganhando mais e mais adeptos, a cada dia que se passa.

Para quem ainda não conhece, o Ubuntu é um sistema operacional baseado no Linux Debian, que tem como principal missão difundir o software livre e o código aberto, tornando-os disponíveis para todos, sem custo algum.

O Ubuntu tem o suporte dos próprios usuários, que ajudam a difundir o SO, a fixar possíveis bugs nos programas e a melhorar cada vez mais a experiência da comunidade Ubuntu.

“Ubuntu” é uma palavra africana que significa “Humanidade para Todos”. Ele é (e sempre será) gratuito.

Exatamente no dia 18 de outubro de 2007, a nova versão, conhecida como Gutsy Gibbon, foi lançada. As versões do Ubuntu têm uma particularidade: são lançadas, no máximo, de 6 em 6 meses, e vêm com suporte gratuito de pelo menos 18 meses. O número da versão também diz tudo: o primeiro número refere-se ao ano, e o segundo ao mês de lançamento da versão. Como a última foi lançada em Out/2007, ou 10/2007 como queira, sua versão passou a ser a 7.10 (7 – ano 2007; 10, mês 10, Outubro).

Mas por que o Ubuntu é tão bom?

Porque é rápido, tem suporte da comunidade, e é totalmente gratuito. Você nunca pagará para utilizar nenhum programa nativo (exceto se você desejar obter um programa comercial por sua conta e risco), ele já vem com navegador de internet, leitor de e-mails, um pacote de aplicativos para escritório, um editor de imagens profissional, players, jogos, e agora, efeitos 3D.

Ao contrário de muitas distros, o Ubuntu permite a instalação de programas com apenas 1 clique, em contrapartida com o Windows, onde você precisa baixar, abrir o programa, seguir as etapas e, na grande maioria das vezes, pagar por ele.

Infelizmente, vários motivos capitalistas não deixam o Linux reinar no mundo dos SO’s: por questões de lógica, quase nenhuma empresa de porte deseja investir em um programa gratuito, para um sistema gratuito.

Felizmente, existem várias alternativas boas para os programas mais utilizados no Windows. E é disso, e de muito mais, que eu tratarei durante estes dias: dicas especiais para você que utiliza o Ubuntu (focando-se na versão mais nova, a 7.10), e também para você que deseja conhecer um pouco mais deste sistema, mas ainda não teve coragem de largar o seu Windows.

Espero que eu consiga te convencer.

Aos assinantes dos feeds que quiserem acompanhar, sugiro colocar este artigo em destaque (com estrela no GReader, por exemplo), pois ele será atualizado periodicamente com os links para as dicas que eu for postando, tornando-se um repositório útil e de acesso rápido, sem a necessidade de buscar pelas dicas nos seus feeds.

Aos que acessam o Pimenta com Dendê diretamente, sugiro colocar este artigo nos favoritos, pelas mesmas questões citadas acima.

Por enquanto… Vá se desligando um pouco do seu Windows, e abra-se (ôpa!) para o futuro. Baixe a nova versão aqui.

Behold the Future: Ubuntu!

Dicas:


23
abr 07

Tem um BenQ-Siemens? Ótimo. Azar o teu…

Siemens c75

Indignação, arrependimento, decepção, e mais um monte de sentimentos ruins e mundanos. Tenho sentido tudo isso desde que obtive um [BP]celular Siemens[/BP], e se eu pudesse voltar no tempo, não aceitaria o celular. Nem de graça.

Há algum tempo atrás, mais precisamente em outubro do ano passado, uma [BP]operadora[/BP] concorrente da operadora da qual eu era cliente me ligou, oferecendo uma boa promoção e um celular de graça. “Ótimo”, pensei. Meu [BP]k300i[/BP] já estava ultrapassado, e tinha alguns bugs que me deixavam um pouco nervoso.

Como nunca tive um Siemens na minha vida, aceitei de bom grado a oferta, mudei de operadora, passei o meu Ericsson para minha noiva e fiquei com o [BP]C75[/BP], afinal, não custava nada experimentar.

Em menos de uma semana, já estava com o celular em mãos. Bonito, um pouco discreto, sem muita frescura: excelente. Mas, logo no primeiro dia, o celular resolveu travar e desligar sozinho. E isso se repetiu ao longo dos dias.

Percebi também que a bateria não durava sequer 2 dias, contando com o dia em que o era carregado. Precisei diminuir o brilho da tela de 100% para 30%, para obter um maior rendimento da [BP]bateria[/BP].

Após mais um tempo, a borracha do [BP]joystick[/BP] central descolou. Mais algum tempo depois, algumas teclas pararam de funcionar, do nada, e me vi obrigado a levá-lo à assistência técnica pois – acreditem – isso tudo ocorreu com menos de 1 mês de uso. E olha que eu não sou nenhum arigó, cuido bem dos meus gadgets, e não deixo todo mundo ficar mexendo onde não deve.

Na assistência, descrevi os problemas de desligamento esporádico e das teclas sem funcionamento. O celular ficou lá por uma semana, e quando fui pegar, todos os meus arquivos – contatos, fotos, vídeos e etc. – estavam apagados, pois, segundo eles, havia sido executada uma atualização no meu celular. Ok, até aí, tudo bem.

Mas o celular voltou do mesmo jeito que veio, ou pior: as teclas ainda não funcionavam, e o problema de desligar continuava. Precisei deixar mais um mês.

Liguei pra assistência no término do prazo de 30 dias, e meu celular estava finalmente consertado, segundo eles.

Ao chegar lá, a FDP da atendente teve a coragem de dizer que meu celular estava com a placa oxidada, e que eu havia perdido a garantia devido a isso, nada podiendo ser feito para ter o meu celular (se é que eu posso chamar isso de celular) de volta.

Imediatamente, liguei para a Siemens, que viu as [BP]fotos[/BP] do celular, e disse também que nada poderia ser feito

Conclusão: O barato sai caro. O de graça sai mais caro ainda.

Péssimo o marketing de pós-venda da Siemens. Péssimas as assistências também. E grande irresponsabilidade da empresa em colocar no mercado um celular de tão baixa qualidade, com bugs tão tremendos, imensamente frágil, e não ter capacidade para assumir os seus erros.

É coisa do tipo, “hei, vamos encher chouriça e colocar no mercado um celular bonitinho por fora e podre por dentro”. Eu precisei colar a borracha que saltou com adesivo instantâneo (durou bem mais que o chiclete que eles colocaram), e precisei também arrancar as teclas que não estavam funcionando, e clicá-las com um lápis ou coisa do tipo (o lado bom da questão: ao menos, ficou bem próximo de um [BP]Palm[/BP]).

Se o protótipo de um projeto não der certo, você tem 3 opções:

  • Melhorar o projeto, para atender às necessidades do seu público-alvo;
  • Desistir do projeto ou;
  • Colocar ele no mercado assim mesmo, capenga e engatinhando.

A terceira opção é a mais podre de todas. E foi esta a que a Siemens tomou ao lançar um celular como este no mercado, e que deixou em muita gente resquícios de uma péssima experiência. E seria muito egoísmo da minha parte, se eu não compartilhasse esta experiência com vocês, na forma de um desabafo.

Siemens, nunca mais.

Até porque, se fossem honestos o bastante, ao menos colocariam uma tarjeta escrito “BETA” em seus celulares.